O patriarcado é o cerne de toda a longa e perversa história do colonialismo e do capitalismo na Abya Yala. Esse sistema colonizador e capitalista tem violado brutalmente os corpos e territórios das mulheres originárias destas terras há mais de 520 anos.

As faces dessa violência são muitas e seus agressores também o são, vão desde o Estado e sua política de morte sobre os corpos das mulheres; o capital e seu modelo predatório e explorador; a capitania instituída em Reservas Indígenas como política do Estado durante a ditadura miliar; a violência das igrejas e seu regime integracionista e agressor…


Todos nós conhecemos alguém com uma doença crônica. Dado que 117 milhões de pessoas nos Estados Unidos vivem com uma ou mais doenças crônicas, é mais do que provável que encontremos alguém em nosso local de trabalho, em nossas casas e em nossa vida cotidiana que está navegando nos meandros da doença e da dor que acompanha isso. As doenças crônicas são especialmente generalizadas entre as mulheres e, graças à longa história de paternalismo e sexismo ambiental da medicina, os médicos regularmente rejeitam ou desacreditam as mulheres que sofrem com dores inexplicáveis.

“In Sickness” é uma série de uma semana…


This is a step-by-step tutorial, with screenshots, for English speakers on how to get the book The Grumpy Guide to Radical Feminism from Brazilian publishing website Clube de Autores. The need arose because many people would like to avoid Amazon, and many people do not have the Amazon option to buy paperback copies, like Australia.

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A revolução será feminina

O movimento pelos direitos das mulheres está se reorganizando, depois de algumas décadas relativamente adormecido.Tivemos um período de descanso aparente na década de 1980, quando muitas pessoas quebravam estereótipos de gênero e as mulheres passaram a ter maior visibilidade no mercado de trabalho. Mas 2020 trouxe um revés imprevisto: uma pandemia que, de muitas formas, está contribuindo para uma regressão nos direitos femininos.

A evidência pode ser vista através do número alarmante de mortes maternas no Brasil — o país tem o número mais alto de morte materna relacionadas ao Covid do mundo inteiro: a cada…


A internet é uma grande facilitadora de socialização, para além da interação com fins de entretenimento entre adolescentes. Muitas organizações só se tornaram possíveis por conta da internet, principalmente entre as feministas.

O feminismo, embora esteja no hype hoje em dia, sendo comercializado por grandes meios de mídias e indústrias capitalistas, geralmente não faz com que meninas e mulheres se organizem organicamente. A própria socialização feminina desestimula completamente a organização política das mulheres, justamente para que elas sejam mantidas subjugadas. Mesmo assim, a apropriação do movimento das mulheres pelas indústrias que querem lucrar com a luta feminina äs vezes gera…


A segunda edição do Guia (mal-humorado) do Feminismo Radical foi publicada em novembro de 2020.

O Guia Mal-humorado do Feminismo Radical foi escrito em 2020 e publicado de forma independente pela jornalista Andreia Nobre, uma ativista dos direitos das mulheres e feminista radical que escreve para a coletiva QG Feminista e para a publicação 4W.Pub. Sua pesquisa independente consiste em mapear a discriminação das mulheres com base no sexo, que ela publica no fio mais longo que o Twitter já viu.

O fio, em inglês, lista as mais diversas questões femininas, e atualmente contém mais de três mil formas diferentes de opressão feminina, desde abortos seletivos quanto ao sexo feminino, MGF (Mutilação Genital Feminina), casamento…


Elaborada pela QG Feminista:

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Tradução do artigo de Lara Dimitrijevic Rebekah Cilia, publicado em 11/08/2019 No jornal britânico The Independent

“A prostituição explora as mulheres”, começa Dimitrijevic. “Digo mulheres porque pesquisas, inclusive das Nações Unidas, mostram que entre 70 a 80% das vítimas são mulheres e crianças, seguidas por pessoas trans e depois homens.”

“É explorador porque você está comprando o corpo de uma pessoa”, observa ela. “Você está comprando o corpo de uma pessoa para sua gratificação sexual.” Ela acredita que isso por si só está errado porque cria desigualdade.

“Se você está me comprando, sou sua propriedade. Você espera fazer o que…


Novo livro explora a culpabilização das vítimas no sistema judiciário

Durante anos, vi minha mãe lutando no patriarcado. Uma das coisas que me vem à mente quando penso nela — e que posso muitas vezes me identificar — foi ouvi-la constantemente dizendo a frase “tá certo, então a culpa é toda minha, sempre é minha culpa”, exasperada. Muitas vezes, depois de ser acusada injustamente por algo que claramente estava fora de seu controle.

Minha mãe e pelo menos 99% de todas as mulheres vivas hoje podem reconhecer as próximas palavras, frequentemente ditas a mulheres após abuso físico ou sexual:

“Ela pediu. Ela estava flertando. Ela estava bebendo. Ela estava usando…


Tradução de Why it’s Impossible for Women to Compromise With the Transgender Movement, de Diana Shaw para o site Women are Humans

Algumas pessoas pensam que mulheres e meninas que acreditam que a ameaça à nossa segurança e privacidade aumenta quando abrimos as portas para instalações específicas para sexo, como chuveiros públicos, vestiários, abrigos para mulheres sobreviventes de agressão e estupro esposas agredidas e abrigos de crise de estupro, quartos de hospital, banheiros e prisões para indivíduos do sexo masculino. …

Andreia Nobre

Jornalista, blogueira, poetisa, feminista, amante de antropologia e professora primaria que pratica desescolarizacao

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